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Para implementar essa nova indústria, são considerados três fatores. Confira

A Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) está passando por um rápido desenvolvimento. Muitas tecnologias disruptivas, como Cloud Computing, Internet of Things (IoT), Analytics, Big Data e Inteligência Artificial, estão permeando a indústria de manufatura, fundindo os mundos físico e virtual por meio de sistemas ciber-físicos (CPS), o que marca o advento da Quarta Revolução industrial, chamada de Indústria 4.0.

A Indústria 4.0 descreve um CPS orientado para a produção, que possibilita o estabelecimento de redes de criação de valor global. Para implementar essa nova indústria, são considerados três fatores: a integração horizontal por meio de redes de valor, que facilitam a colaboração entre empresas; a integração vertical de subsistemas hierárquicos dentro de uma fábrica, que cria sistema de manufatura flexível e reconfigurável; e a integração de Engenharia de ponta a ponta em toda a cadeia de valor, a fim de suportar a personalização do produto. Acredita-se que a fábrica inteligente seja capaz de produzir produtos customizados e de pequenos lotes com eficiência e lucratividade.

Dentro de uma estrutura de fábrica inteligente existem quatro camadas tangíveis. A primeira é a camada de recurso físico, composta por artefatos inteligentes que se comunicam uns com os outros, resultando em um sistema auto-organizado e autônomo baseado na rede industrial e mecanismo de negociação inteligente. Já a camada de rede industrial forma uma infraestrutura que permite a comunicação entre artefatos e conecta a camada de recursos físicos com a camada de nuvem, que suporta a fábrica inteligente, fazendo com que até a internet possa ser virtualizada. A nuvem fornece uma solução muito elástica para aplicação de Big Data, com espaço de armazenamento e capacidade de computação dimensionados sob demanda. Os dados massivos podem ser transferidos para a nuvem por meio do cloud-assisted industrial wireless network (IWN) para sistemas de informação, e a análise do Big Data pode suportar o gerenciamento e a otimização do sistema.

A camada de supervisão e controle liga as pessoas à fábrica inteligente por meio de terminais, como PCs e smartphones, dando acesso às estatísticas e à aplicação de configurações diferentes e execução de diagnósticos e manutenção, mesmo remotamente.

A fábrica inteligente é uma implementação específica do CPS baseada na ampla e profunda aplicação de tecnologias de informação para a fabricação, o que é um passo importante para promover a indústria 4.0.

No protótipo de fábrica inteligente do Centro Alemão de Pesquisa de Inteligência Artificial (DFKI), em Kaiserslautern, a gigante de produtos químicos BASF SE produz xampus e sabonetes líquidos personalizados. Quando um pedido de teste é colocado online, o frasco de sabonete vazio é anexado com a tag de identificação por radiofrequência (RFID), que comunica às máquinas de produção que tipo de sabonete, fragrância, cor da tampa do frasco e rotulagem requer. Cada garrafa tem o potencial de ser totalmente diferente da próxima. O experimento depende de uma rede sem fio, onde máquinas e produtos conversam entre si, com a única entrada humana vinda da pessoa que está colocando a ordem da amostra.

A fábrica inteligente ajuda a implementar o modo de produção sustentável para lidar com os novos desafios globais, podendo levar a novos modos de negócios e até afetar nosso estilo de vida. Embora sua implementação ainda esteja enfrentando alguns desafios técnicos, ela está no caminho certo, aplicando simultaneamente as tecnologias existentes e promovendo avanços técnicos de enorme valor para a sociedade.

Fonte: CIO
Autor: Débora Morales

Para especialista, medida é uma oportunidade para construir uma relação de visão de carreira para profissional

Como já previsto, o eSocial passou a valer para todas as empresas do Brasil independentemente da sua estrutura. Com a medida, o Governo Federal passou a centralizar e a organizar as informações prestadas pelo empregador sobre seus funcionários. “Porém, algo que chamo atenção é que muitas empresas não estão se atentando para os impactos que a Estrutura de Cargos e Salários poderá causar na qualidade e legalidade das informações”, alerta o consultor em recursos humanos, Celso Bazzola.

Ao encaminhar as informações para o eSocial, do momento da admissão até a demissão de um empregado, todas as informações relacionadas com o cargo, salário e sua classificação também serão enviadas. Essa informação impactará diretamente em algumas questões como a inclusão e o atendimento a cotas dos aprendizes, PCD’s (profissionais com deficiência), comparativos de isonomia salarial artigo 461 da CLT.

“Portanto, estruturar o quadro de carreira, descrições de cargos, políticas internas salariais torna-se condição tão importante quanto os itens admissionais, férias e demissionais”, ensina o especialista. Ele, contudo, vê com bons olhos essa questão e uma oportunidade para construir uma relação de visão de carreira e justiça de remuneração, onde haja de forma clara a definição de carreira e a valorização dos profissionais que realmente estão engajados para o resultado e crescimento da empresa.

Bazzola, portanto, recomenda “que todas as empresas analisem sua forma de gestão de carreira, adequando de forma criteriosa sua estrutura de Cargos e Salários, a fim de não impactar em falhas levando a empresa sofrer sanções legais”.

Segundo ele, ao definir uma estrutura organizacional, critérios, sequência de carreira e adequação das habilidades do ocupante as necessidades do cargo, todos ganham, pois a empresa estará garantindo a qualidade nos resultados e a retenção e atração de talentos devido a forma que valoriza seus profissionais.

Fonte: It Forum 365
Autor: Redação It Forum 365

O armazenamento é uma etapa importante do ciclo da cadeia farmacêutica e a tecnologia pode fazer a diferença

O controle do armazenamento de medicamentos é um dos principais pontos de atenção do setor farmacêutico. Condições inadequadas podem incorrer na perda dos produtos, gerando não apenas prejuízo, mas também riscos de punição por órgãos reguladores, como a Anvisa.

Nesta gestão, a temperatura dos termolábeis – medicamentos que exigem resfriamento –, bem como o controle de umidade, luminosidade, manuseio e ventilação são fundamentais. A Internet das Coisas (IoT) surge como um grande aliado no controle destes itens, ajudando a minimizar perdas, riscos de compliance e, por fim, problemas na área da saúde.

A temperatura é a responsável direta pelo maior número de alterações e/ou deteriorações nos medicamentos. Problemas desta natureza ocorrem em cerca de 40% dos casos, comprometendo a qualidade do produto e causando possíveis riscos à saúde. Medicamentos abaixo ou acima da temperatura adequada aceleram reações químicas indesejadas e a decomposição dos produtos, alterando sua eficácia.

O uso de sensores de IoT, bem como de inovações disruptivas, como Machine Learning e soluções em Cloud Computing, trazem inúmeros benefícios ao controle do armazenamento de medicamentos para farmácias e outras organizações que fazem parte da indústria médica. Confira a seguir as principais vantagens:

  1. Redução das quebras de frios– A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que aproximadamente 50% das vacinas produzidas em todo o mundo alcançam seu destino deterioradas, isso graças à quebra da cadeia de frio. Mitigar a questão é resolver metade do problema.
  2. Diminuição dos riscos junto à Vigilância Sanitária– A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) propõe regras que devem ser seguidas à risca pelos agentes da cadeia fria dos medicamentos. Com o não cumprimento das Boas Práticas, as organizações e estabelecimentos podem sofrer sanções, o que inclui o fechamento de instalações que não atendem as orientações indicadas.
  3. Melhoria na eficiência operacional– A IoT conecta os equipamentos, máquinas, objetos, sistemas, dados e pessoas, integrando todos em uma rede, com o objetivo de aperfeiçoar e acelerar serviços e atividades, proporcionando velocidade na realização de tarefas, confiabilidade, agilidade na troca de informações, maior conhecimento do processo, capacidade de execução de tarefas complexas, substituição de metodologias manuais, segurança, aumento da produtividade, diminuição de custos e oferta de produtos mais baratos.
  4. Monitoramento e acionamento 24h por dia – A IoT na cadeia do frio auxilia a mitigar perdas e manter a qualidade dos produtos por meio do monitoramento remoto, 24 horas por dia, com envio instantâneo de alertas em casos de não conformidade, além de controle não presencial de abertura de portas.
  5. Acesso remoto– A computação em nuvem viabiliza o acesso dos usuários a dados, aplicativos e serviços pela Internet, eliminando altos custos com infraestrutura própria e proporciona aos usuários a capacidade de trabalhar de qualquer lugar.
  6. Ausência da necessidade de integração de sistemaslegados – A integração dos sistemas legados com aplicações em nuvem é uma questão que costuma barrar o desenvolvimento tecnológico, já que poucas empresas querem abrir mão de produtos e soluções caras, adquiridas em um passado recente. Desta forma, a ausência deste tema é além de um motivador para a adoção de soluções tecnológicas por empresas farmacêuticas, um fator decisivo na escolha de uma das muitas soluções disponíveis no mercado.
  7. Equipe terceirizada– a adoção da tecnologia IoT em nuvem por terceiros oferece flexibilidade, pagamento por uso, disponibilidade do sistema 24 horas por dia, sete dias por semana, acesso de qualquer dispositivo, simplificação do gerenciamento de TI, aumento da vantagem competitiva e aceleração da inovação.
  8. Aplicação multiplataforma– Basta que o dispositivo tenha uma conexão com a Internet para que o usuário habilitado possa acessar o serviço em seu laptop, tablet, smartphone ou computador desktop. A cloud computing democratiza as aplicações corporativas, permitindo total controle/monitoramento de equipamentos e processos.

O armazenamento é uma etapa importante do ciclo da cadeia farmacêutica, onde o foco é garantir a qualidade dos medicamentos com uma estocagem adequada. A boa conservação dos medicamentos gera credibilidade das empresas farmacêuticas com seu consumidor final. Neste mesmo sentido, pode ser um aspecto decisivo para o sucesso do negócio, já que um erro de armazenagem pode causar sérios danos para a vida de pacientes e estragos irreparáveis na reputação da organização.

Fonte: CIO
Autor: Reginaldo Back

Se você ainda não está preparado para essa mudança, é melhor se apressar

Criada para substituir o modelo 3.10, a nota fiscal 4.0 se tornou obrigatória a partir deste mês e trouxe diversas mudanças técnicas para atender às necessidades do mercado. Muitas plataformas já começaram a disponibilizar a atualização desde o ano passado para que o empreendedor pudesse se familiarizar com o sistema. Porém, muita gente deixou para a última hora.

Segundo uma pesquisa feita pelo Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) em julho deste ano, 49% das empresas ainda não tinham se adequado à essa nova norma. O dado é preocupante, pois quem não estiver utilizando um emissor atualizado, não conseguirá emitir notas, sujeitando-se à multas e punições do fisco.

Além disso, um ponto de atenção para esses empreendedores é que os sistemas de gestão empresarial gratuitos não vão ter o suporte para essa mudança, obrigando a instalação de plataformas pagas. Por isso, a corrida para entrar na NF 4.0 está a todo vapor.

Para quem ainda não está por dentro do assunto, as principais mudanças foram feitas no seu layout, que agora conta com novas categorias e informações, deixando o documento ainda mais completo, como por exemplo a adoção do protocolo TLS 1.2 ou superior, que protege as telecomunicações via internet para serviços como e-mail (SMTP), navegação por páginas (HTTPS) e outros tipos de transferência de dados, garantindo mais segurança durante o processo de envio do documento.

Já em relação ao seu conteúdo, a principal modificação é o campo especial do Fundo de Combate à Pobreza (FCP), que recebe recursos do ICMS para operações internas ou interestaduais, com ou sem a substituição tributária. O valor deve ser identificado nos espaços pré-determinados de acordo com o percentual do imposto recolhido.

Outra mudança importante é a inclusão da informação sobre o indicador da forma de pagamento. Pois, antes ele se restringia a informar se o pagamento aconteceu à vista ou a prazo, mas agora é preciso detalhar também qual será o meio de pagamento utilizado: dinheiro, cheque, cartões de débito ou crédito, vale alimentação, entre outros. Essa é uma forma de deixar as operações cada vez mais transparentes e seguras.

Temos agora o campo “Grupo de Rastreabilidade de Produto”, que aceita o rastreamento de itens sujeitos a regulações sanitárias, como bebidas, itens odontológicos ou defensivos agrícolas. As empresas que trabalham com medicamentos devem informar na NF-e o código da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em um local específico do documento.

Portanto, se você ainda não está preparado para essa mudança, é melhor se apressar. Para facilitar a implementação da novidade, busque por ferramentas de ERP modernas, robustas e completas, que já fazem as mudanças de forma automática e tornam os processos ainda mais simples, seguros e transparentes.

Fonte: CIO
Autor: Sidney Zynger

Conceito chegou para monitorar, aprimorar meios de produção, trazer segurança e prevenir desastres e não gerar um desastre

Na velocidade da fibra óptica, a IoT e suas aplicações chegaram ao ambiente industrial. Hoje já são mais de 23 bilhões de dispositivos e a previsão é triplicar este número em menos sete anos com 75 bilhões de “coisas” conectadas na internet, segundo pesquisas do SANS Institute. O ambiente das industrias não deve perder o fluxo da maré, já que os diretores e gerentes de TO (Tecnologia da Operação) gostaram da ideia de monitorar seus mais diversos sistemas “a qualquer hora, em qualquer lugar”.

O IIoT (sigla em inglês para Internet das Coisas Industrial) está permeando toda a linha de produção. No campo, está monitorando a posição de um trator. Na indústria, controlando a emissão ou vazamento de gases no ambiente. Em uma hidroelétrica, se os níveis da represa estão corretos. Em um fast-food, do lado do seu escritório, se a geladeira está aberta por mais tempo do que deveria. As possibilidades são fantásticas e infinitas e as empresas devem aproveitá-las para melhorar a eficiência da produção, a qualidade, reduzir custos e elevar os níveis de segurança física.

Mas, a praticidade do IIoT e a tranquilidade de monitorar e prevenir desastres tem seu preço. Estes dispositivos implantados de forma desenfreada apresentam uma brecha imensa de segurança. É necessário pensar na segurança “a qualquer hora, em qualquer lugar”, e não apenas no acesso. A grande diferença do IoT Industrial para o comum é que este pode causar danos físicos. Em questão de segundos, podemos especular cenários desde uma simples geladeira aberta gastando energia até uma explosão em uma fábrica ou uma cidade inteira alagada. Esta ficção não está tão longe assim da realidade.

Para que o IIoT siga com suas funções seguras, a área de TO precisa estar em perfeito alinhamento com a de TI para mensurar riscos e identificar melhores práticas. Ainda na pesquisa do SANS, notou-se que os gerentes de rede possuem dificuldades para definir o que é um IIoT endpoint. Portanto, algo que está ligado de uma ponta a outra, por exemplo, uma câmera que pode enviar informações diretamente a um computador remoto, tornam-se um endpoint ou não, dependendo da passagem por uma rede segura ou não. Pensando desta maneira, parece que atualmente estamos em uma zona cinza, mas não é bem assim.

Pensando em um projeto seguro, é necessário monitorar todo o ciclo pelo qual a informação e o device passam. Como são aparelhos com baixo custo de aquisição e consumo de energia, os dispositivos das coisas não conseguem suportar segurança embarcada e muitas vezes é complicado, até mesmo atualizá-los e alterar suas senhas. Quem possui grandes redes de câmeras IP, por exemplo, sabe do que estou falando. Mas, se não podemos embarcar segurança, como defender estes aparelhos para que não virem armas no caso de ataques DDoS, brechas de rede ou até mesmo espionagem industrial? Tornando a rede segura.

Para assegurar um pequeno IIoT na ponta da rede, não é necessário termos segurança no dispositivo, mas sim no caminho até ele. Um atacante que consiga se infiltrar na rede será parado por um Firewall Convergente ou Firewall de Próxima Geração assim que tentar seguir em direção ao dispositivo na ponta. Uma rede bem projetada freia agentes mal-intencionados no meio e no caminho inverso, pois, se por algum motivo, ele conseguir atacar o IIoT, não fará seu caminho de volta para rede, já que os Firewalls irão detectar o dispositivo comprometido.

Outro fator importante para a segurança de rede é separá-la em silos com controle de acesso. Uma rede de Internet das Coisas Industrial dividida terá poucos ou mesmo um único dispositivo comprometido, que será isolado e tratado conforme o caso. Também fica clara a importância para que criminosos não se movimentem pela rede, como em casos que vimos no passado, em que um endpoint a quilômetros de distância foi porta de entrada para um data center.

Por fim, lembre-se, projetar segurança desde o início é algo que não devemos esquecer. O IIoT veio para monitorar, aprimorar meios de produção, trazer segurança e prevenir desastres e não gerar um desastre.

Fonte: Computerworld
Autor: Thiago Lima 

O SAP Labs Latin America, localizado em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre, terá investimento de R$ 120 milhões na construção de um novo prédio no Parque Tecnológico da Unisinos. 

A obra será iniciada em novembro de 2018 e deve durar cerca de 18 meses. O terreno está localizado atrás do prédio atual e haverá uma ponte para conectar as unidades.

Com o novo prédio, o SAP Labs entra em sua terceira fase no Rio Grande do Sul, desde sua inauguração, em 2006. Em 2009 e 2013, a SAP desenvolveu em duas partes um projeto para a construção da estrutura atual.

A primeira obra contou com investimento de R$ 40 milhões, enquanto a expansão de 2013 teve valor de R$ 60 milhões.

O objetivo da empresa é contratar mais 700 funcionários até 2020, chegando a cerca de 1,7 mil colaboradores. Já a meta de 2022 é chegar a 2 mil pessoas trabalhando no laboratório.

Entre 2016 e 2017, a contratação de novos profissionais cresceu 30%. No quadro de colaboradores, o SAP Labs Latin America possui mais de 80% dos profissionais das gerações Y e Z. A faixa etária média dos colaboradores é de 30 anos, sendo que 32% possuem MBA, mestrado ou doutorado.

A nova estrutura terá 7,5 mil m² de área útil, que representará um crescimento de 45% em espaço físico da empresa.

“Com a nova expansão, o trabalho desenvolvido em São Leopoldo vai alcançar clientes globais da SAP”, destaca Dennison John, presidente da SAP Labs.

Enquanto na primeira fase a atuação foi voltada para o Brasil, em 2013 o laboratório passou a fornecer soluções para toda a América Latina.

O laboratório na América Latina é parte da rede de 20 laboratórios da SAP no mundo que oferecem desenvolvimento, suporte e localização de soluções para as necessidades específicas dos clientes de cada país, de acordo com leis e marcos regulatórios, exigências fiscais, entre outros aspectos.

Os serviços fornecidos incluem ainda soluções de mobilidade e soluções para análise de grandes volumes de dados com o SAP HANA, além de 30 diferentes linhas de negócio.

Em 2017, a unidade de São Leopoldo foi selecionada para ser uma das sedes mundiais a receber o SAP Leonardo Center, área global destinada a desenvolver soluções voltadas à digitalização e inovação, utilizando tecnologias como internet das coisas (IoT), machine learning, analytics, big data, blockchain, cloud e data intelligence. As outras unidades são Paris, Nova York, Bangalore, Moscou e Cingapura.

Fonte: Baguete
Autor: Júlia Merker

Termo representa geração de oportunidades ao mesmo tempo em que busca solução de deficiências em toda a cadeia produtiva, com margens mínimas de erros

Verdadeiros impérios corporativos vêm perdendo espaço no mercado para empresas que baseiam seus modelos de negócios na inovação, agilidade e uso das novas tecnologias, como cloud computing, big data, inteligência artificial (AI) e robotização – as chamadas Startups.

Só que por trás dessas companhias consideradas inovadoras, o que mais chama a atenção não são os seus meios de produção, mas como as informações corporativas, geradas a partir de cada processo interno ou externo – independentemente da área, finalidade ou complexidade -, são utilizadas para aprimora-los.

Por meio de ferramentas de Business Intelligence (BI), integradas às tecnologias aplicadas nos negócios para coleta desses dados, somadas a equipes de profissionais especializados em Analytics (análises e raciocínio sistemático para tomadas de decisões muito mais eficientes), essas empresas estão conseguindo obter diferenciais competitivos, como em relação à rapidez e assertividade em operações-chaves de atendimento ao consumidor, monitoramento de transações financeiras, marketing e até seleção de funcionários.

Em outras palavras, a disrupção desse modelo de negócios está diretamente ligada à capacidade de aplicar inteligência às informações corporativas, seja para prestar um atendimento diferenciado para um cliente insatisfeito a fim de mudar sua opinião, ou definir um perfil de colaborador que seja ideal para determinada atividade. Dessa forma, cria-se uma metodologia de Inteligência da Informação (I.I.), voltada à geração de oportunidades ao mesmo tempo em que busca a solução de deficiências em toda a cadeia produtiva, com margens mínimas de erros.

Diante desse cenário, muitas empresas já consolidadas em seus segmentos, mas que não possuem uma cultura orientada à utilização dos dados para alavancar os resultados de negócios, precisam se reinventar para acompanhar a revolução que a I.I. está promovendo em todas as áreas do mercado. Afinal, não dá para ficar parado, ou corre-se o risco de se tornar obsoleto e perder Market share para concorrentes mais jovens, como aconteceu nos casos das empresas Uber e Nubank, por exemplo, que viraram de ponta-cabeça os segmentos em que atuam em pouco tempo.

Mas, apesar de imprescindível, essa mudança não é uma tarefa fácil. Uma empresa que quer se tornar expert em I.I. tem que passar pela cultura do uso de dados que evolve: colocar em prática conceitos e tecnologias de TI avançadas para coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios; contratar e capacitar a mão de obra; e principalmente, estudar e entender o que essa transformação significa para cada processo, cliente, operação, etc..

Só assim essas companhias serão capazes de pensar e focar no desenvolvimento rápido de produtos e serviços, como uma startup, e sobreviver a esta era de inovação tecnológica, social e profissional sem precedentes que está acontecendo neste exato momento em todo o mundo.

Agora, caso a I.I. seja uma realidade muito distante, contar com um parceiro que já tenha experiência na entrega de inteligência aos processos corporativos, que domine a análise de informações e que possa atender todas as demandas de infraestrutura de TI que esse novo modelo exige, é solução mais indicada para ajudar percorrer sem sustos essa jornada revolucionária.

Fonte: Computerworld
Autor: Luis Carlos

Isso porque os dados lançados pelo usuário são carregados com informações emocionais, dependendo do contexto e da situação de quem interage com um dispositivo equipado com IA

A Inteligência Artificial é um avanço tecnológico que continua a crescer e está se mostrando como uma metodologia ideal para agilizar todos os tipos de processos, ajudando a coletar e reconhecer dados e prever o comportamento até se tornar uma solução voltada para necessidades imediatas. É por isso que ela se baseia em processos analíticos.

Atualmente, existem dispositivos eletrônicos equipados com Inteligência Artificial que conseguem reconhecer vozes e agem de acordo com ordens que recebem. Sistemas como o SIRI ou o Alexa hoje são indispensáveis para o dia a dia de muitas pessoas.

No entanto, os avanços em tecnologia apontam para um cenário em que eles não apenas chegam ao reconhecimento da voz, mas também às emoções, por meio do aprendizado de diferentes tipos de tonalidades. A tecnologia também aponta para sistemas que conseguem reconhecer gestos e as emoções que eles representam. Dessa forma, os dados lançados pelo usuário são carregados com informações emocionais, dependendo do contexto e da situação de quem interage com um dispositivo equipado com Inteligência Artificial.

Tudo isso é possível com a aprendizagem automática da Inteligência Artificial, que também oferece alternativas de renovação como o uso dos mesmos dispositivos. Esses sistemas podem se tornar uma metodologia útil para prever comportamentos de consumo, otimizar opções de compra e até mesmo ajudar entidades governamentais na detecção de mentiras.

No setor de varejo, essa tecnologia é ideal, pois conforme o estudo dos gestos ou padrões de fala avancem, será possível não só entender as reações à compra de um produto, mas também prever tendências de consumo. Os dados tornam-se essenciais na criação de uma estratégia que proporcione melhorias aos negócios.

Imagine uma loja de roupas que tenha um sistema capaz de ler emoções no momento em que um cliente vai provar um terno, por exemplo. Ou então, nos chamados direcionados ao SAC, a Inteligência Artificial reconhece o que mais incomoda os clientes em relação a um produto ou serviço. E quando o cliente chega em casa, de posse de um sistema interativo de Internet das Coisas, este prepara uma bebida de acordo com seu estado de espírito naquele momento.

Estamos prestes a ingressar em uma era de comércio preditivo, por meio do qual será obrigatório o desenvolvimento de estratégias que façam uso dos dados para satisfazer o cliente. Setores como o de finanças, bancário, moda, varejo e e-commerce farão uso da Inteligência Artificial para aumentar seus lucros a partir do entendimento do comportamento humano e da integração dos dados.

Nada disso representa uma ameaça ao fator humano presente nos processos de vendas. A Inteligência Artificial pode ser classificada como a maior invenção da humanidade, como disse uma vez o falecido cientista Stephen Hawking, mas muitos – incluindo ele próprio – passaram a acreditar que a má gestão dessa tecnologia pode representar um perigo para a própria humanidade. Por isso, é necessário que ela nunca deixe de depender dos seres humanos. São eles que detêm conhecimentos sobre sistemas sólidos de segurança, que garantem às pessoas e às empresas a proteção de seus dados e dos insights analíticos extraídos a partir deles.

Fonte: CIO
Autor: Luiz Riscado

Tecnologias e os projetos precisam estar integrados para serem capazes de trazer insights relevantes para os negócios

Há tempos apontada como tendência e diferencial competitivo, a transformação digital tornou-se uma necessidade vital para as empresas – e elas sabem disso. De acordo com o Gartner, a inteligência artificial (AI) deve movimentar US $ 1,2 trilhão em 2018 – esse número representa aumento de 70% em relação a 2017.

As empresas também já entendem que investir em tecnologias como AI, por exemplo, já não é mais suficiente para transformar a organização. As tecnologias e os projetos precisam estar integrados para serem capazes de trazer insights relevantes para os negócios.

É possível perceber, ainda, que o investimento em tecnologia deixou de ser uma responsabilidade atribuída apenas para o setor de TI e passou a demandar esforços de outras áreas, como marketing, RH e vendas. Essa mudança de cenário está relacionada, principalmente, com o fato de que esses setores passaram a conversar e interagir muito mais para atender a todas as necessidades do negócio e, principalmente, focar no consumidor final.

A ideia da transformação digital não é apenas obter uma tecnologia de ponta para inovar processos, mas encontrar, por meio de soluções completas, maneiras de otimizar operações desde o início do negócio. Só assim é possível atingir o resultado esperado de forma assertiva e com riscos minimizados.

Com os usuários cada vez mais conectados, nos deparamos com uma vasta troca de experiência, opiniões e sentimentos que não devem ser ignorados, mas sim, levados em consideração para cada passo que vamos tomar. Chegou a hora de mudar o mindset, estudar a cultura organizacional da empresa e avaliar pontos que podem ser melhorados e comportamentos que já estão ultrapassados. Listo abaixo algumas dicas para as empresas passarem pela transformação digital:

  1. Tenha em mente o objetivo

Identifique qual o seu principal objetivo e trace metas alinhadas com a real necessidade do seu cliente. Para o sucesso no atendimento, é preciso entender suas necessidades e “escutá-lo” por meio de todos os canais – como está sua área de marketing? O seu time de vendas está alinhado com as estratégias e se apoia em ferramentas que otimizam o tempo permitindo que se dediquem mais à outras tarefas e não apenas em funções operacionais?

  1. Dê voz ao colaborador

Escute mais seus colaboradores. Quando as áreas conversam entre si, outras fontes e insights podem vir dos clientes, pesquisas, prospects, entre outros;

  1. Vá além de fornecer

As empresas provedoras de tecnologia não se limitam mais em apenas fornecer a solução. Elas precisam se posicionar como verdadeiras consultoras, capazes de auxiliar na escolha da melhor solução para a necessidade das companhias, antes, durante e depois do ciclo de vendas. Encontre uma empresa fornecedora que entenda onde você quer chegar e te mostre como. Projetos de co-criação podem ser uma solução.

  1. Pense em integração

Procure integrar conhecimento dentro da sua empresa. Utilize ferramentas e tecnologias que conectem conhecimento e inovação e funcionem com sinergia. Como por exemplo Inteligência Artificial e outras tecnologias chaves (IoT, nuvem).

     5. Invista no conhecimento

Por fim, mas não menos importante, saiba reunir várias perspectivas e conhecimento. Isso permite criar novos insights e provocar mudanças positivas. Como identificar quando algo está errado? Ainda há tempo para mudar? Ainda existem muitas empresas com muito potencial, porém as informações são utilizadas de maneira errada ou ineficaz. Incluir projetos e laboratórios para os novos profissionais é uma aposta na educação dos seus colaboradores e colabora para a evolução da organização como um todo.

Fonte: Computerworld
Autor: Nilton Cruz

O Blockchain pode ser seguro, mas e o software que interage com ele? Temos visto o aumento de ataques cibernéticos por conta de vulnerabilidades em sistemas que suportam exchanges, mineradoras, contratos inteligente, etc

Proteger o ecossistema Blockchain é o problema de segurança cibernética mais desafiador do momento. O Blockchain em si pode ser seguro, mas isso não significa que todas as peças que o usam – carteiras, trocas, mineradoras, contratos inteligentes – estejam seguras. E muitas não estão. De acordo com um estudo recente da Carbon Black, hackers roubaram 1,1 bilhão de dólares em criptografia no primeiro semestre deste ano.

Embora a ameaça seja basicamente restrita ao Blockchain público, no momento, o espaço corporativo será o próximo. Fraquezas no Blockchain privado serão encontradas devido a explorações já bem-sucedidas do blockchain público.

Curva de aprendizado de segurança
Toda nova tecnologia gera novas ameaças e uma nova curva de aprendizado de segurança. Com qualquer nova tecnologia, precisamos esperar algum tempo até que os riscos surjam e consigamos entender como lidar com eles. Passamos por essa mesma curva com WiFi, e ainda estamos nela com IoT. Estamos atualmente nos primeiros estágios de aprendizagem quando se trata de segurança Blockchain. E precisamos aprender rápido, porque é um alvo atraente. Há muito dinheiro envolvido e uma quantidade correspondente de atividades de invasores vem acontecendo.

Parte da razão pela qual Blockchain é um alvo tão atraente é porque, nesse novo cenário, os cibercriminosos podem eliminar um passo para chegar à recompensa: eles não precisam se preocupar em como ganhar dinheiro com os dados que roubam. Eles simplesmente roubam o dinheiro (virtual) em si.

Os elos mais fracos
Até que todo o sistema Blockchain seja seguro de ponta a ponta, haverá lugares onde os invasores poderão entrar. Os componentes que interagem com o Blockchain são escritos em código, e a maioria dos códigos possui bugs e vulnerabilidades. Examinamos bilhões de linhas de código no Veracode, da CA, e encontramos um número significativo de vulnerabilidades ano após ano. Nosso conjunto de dados mais recente descobriu que 77% dos aplicativos tinham pelo menos uma vulnerabilidade na varredura inicial. Com estatísticas como essa, você acredita que todo o software interagindo com o Blockchain é seguro? As carteiras, os contratos inteligentes, as trocas?

Vejamos exchanges e contratos inteligentes, por exemplo. As exchanges de criptomoedas são plataformas online nas quais os usuários podem trocar uma criptomoeda por outra criptomoeda (ou por moeda fiduciária). Em outras palavras, dependendo da bolsa, ela pode funcionar de forma semelhante a uma bolsa de valores ou a uma troca de moeda (no aeroporto ou banco).

Houve algumas violações significativas de trocas nos últimos anos:

– A Gox perdeu US$ 480 milhões em Bitcoin

– Em 2016, a Bitfinex sofreu uma invasão de carteira com várias assinaturas e perdeu US$ 72 milhões

– A Nicehash perdeu US$ 63 milhões depois que um atacante roubou credenciais por meio de um ataque de phishing

– O Coincheck sofreu um ataque porque estava armazenando tudo em uma carteira quente e usando autenticação de fator único. (Isso é como um banco armazenando todo o dinheiro na gaveta de um caixa).

Os contratos inteligentes, que facilitam, verificam ou reforçam digitalmente a negociação ou a execução de um contrato, também não são imunes. Também vimos erros simples de programação em contratos inteligentes que levaram a algumas violações significativas:

– A DAO tinha um bug em seu contrato inteligente. Um bug de reentrância permitiu que um atacante drenasse US$ 50 milhões em Ether.

– Problemas de controle de acesso da Parity levaram a uma violação de US$ 30 milhões.

Em última análise, é ingênuo pensar que só porque você está lidando com o Blockchain, suas transações são seguras.

O que os usuários do Blockchain devem fazer para se proteger? Comece com algumas medidas básicas de segurança:

– Não exponha sua chave privada

– Use autenticação de dois fatores

– Não publique endereços de e-mail ou números de telefone online ao usar trocas

– Não se gabe sobre sua fortuna de criptografia online

Implementando segurança em nível de código

Precisamos daqueles que criam software que interage com o Blockchain para criar segurança em seus processos. Eles precisam considerar:

– Um bom ciclo de vida/ecossistema de desenvolvimento de software

– A adição de segurança ao processo de desenvolvimento e ao código herdado

– Uso de autenticação de dois fatores

– Adesão às melhores práticas padrão

– Uso de SSL e certificados para garantir que as partes são quem elas dizem que são

Há muitos benefícios úteis para o Blockchain, incluindo melhores contratos legais, maior visibilidade nas cadeias de suprimentos e ainda menos fraude nas votações. Mas, como qualquer nova tecnologia, os agentes de ameaças estão procurando por pontos fracos que podem aumentar o ceticismo e desacelerar a adoção.

Fonte: CIO
Autor: Chris Wysopal , CSO/EUA