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É animador poder incitar discussões como essa e pensar que, para o futuro, não há limite

A tecnologia de alocação, acesso e cálculos de dados na nuvem, entre outros serviços, também conhecida como cloud computing, está mudando a forma como fazemos negócios. De acordo com um estudo divulgado pela IDC Brasil, a admissão de infraestruturas, plataformas e softwares de serviço em nuvem pública irá apurar cerca de R$ 1,7 bilhão ainda este ano, e terá esse valor dobrado até 2020, sendo o mercado brasileiro um dos maiores colaboradores para esses resultados. A IDC também prevê que, até 2021, cerca de 40% do PIB da América Latina será oriundo do meio digital, impulsionado pelo crescimento das operações do setor.

Mesmo com o avanço da adoção de serviços em nuvem, a utilização de servidores on-premise – em instalações físicas – ainda é realidade na maioria dos negócios. Aos poucos, a sociedade se conscientiza do poder catalisador da tecnologia e do potencial de otimização e integração de processos que a nuvem possibilita. A transformação digital não é opcional, é obrigatória, bem como a evolução e reinvenção dos negócios para adaptarem-se ao meio digital. Apenas os negócios inteligentes, sejam eles pequenos ou grandes, prosperarão no mercado corporativo do futuro.

Neste contexto, a IDC classifica as soluções baseadas em nuvem como as que possuem maior potencial de investimento no Brasil e na América Latina nos próximos anos, devido ao seu papel de facilitador de transformação digital e inovação comercial. Baseado em tecnologias disruptivas e inteligentes como machine learning e análise preditiva, as soluções de cloud vão possibilitar que empresas executem processos de negócios com base em uma única fonte de informação e transformar grandes quantidades de dados em informações úteis e em tempo real.

A nuvem nos possibilita agir sem estarmos conectados a um servidor físico dentro da empresa, de forma escalável, conectada, integrada e inteligente, com toda a proteção e privacidade dos dados. É animador poder incitar discussões como essa e pensar que, para o futuro, não há limite.

 

Fonte: Computerworld

Autor: Jaime Muller

Segundo estimativas da ONU, pela primeira vez mais de 50% da população estará conectada

Segundo estimativas da ITU (International Telecommunication Union), ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), um marco será alcançado no final de 2018, quando cerca de 3,9 bilhões de pessoas, ou 51,2% da população global, estarão conectadas à Internet.

De acordo com a agência de telecomunicações da ONU, esse número marcará a primeira vez na história em que mais de metade da população global estará on-line.

Em um comunicado sobre o assunto, a ITU aponta que essa conectividade ajudará a promover um desenvolvimento sustentável pelo mundo e destaca o crescimento da África em termos de acesso à Internet, que passou de 2%, em 2005, para mais de 24% da população em 2018. Para efeito de comparação, na Europa e nas Américas, essa porcentagem é de 79,6% e 69,6%, respectivamente.

Apesar dessa marca histórica, acima dos 50%, a agência da ONU lembra que muitas comunidades pelo mundo ainda não têm acesso à Internet, especialmente entre mulheres e garotas.

“As estatísticas mostram que pessoas mais velhas também permanecem desproporcionalmente off-line, assim como quem possui deficiências, populações indígenas, e algumas pessoas vivendo em alguns dos locais mais pobres do mundo”, afirma a ITU.

Maior investimento

Para mudar esse quadro, a ONU chama a atenção para a importância de mais investimentos, públicos e privados, no desenvolvimento de infraestruturas para ampliar a conectividade.

Fonte: Computerworld

 

Segundo a Kaspersky Lab, aumento é de 14,5% em relação ao ano anterior. Ao todo são mais de 1 bilhão de ataques em 2018

A América Latina registrou um aumento de 14,5% nos ataques de malware durante os últimos 12 meses em relação a 2017– o que significa uma média de 3,7 milhões de ataques diários e mais de 1 bilhão no ano. É o que aponta relatório da Kaspersky Lab, que aponta também que, entre os países que registraram maior crescimento, a Argentina está no primeiro lugar com um aumento de 62%, seguido pelo Peru (39%) e México (35%).

Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab, alerta que os resultados mostram que toda a região tem experimentado uma quantidade considerável de ciberameaças, com a grande maioria concentrada em roubo de dinheiro.

Além dos malware, a Kaspersky Lab bloqueou mais de 70 milhões de ataques de phishing na América Latina entre novembro de 2017 e novembro de 2018; a média de ataques diário é de 192 mil, representando um crescimento de 115% quando comparado com o período anterior (novembro/2016 até novembro/2017). O ranking dos países mais atacados por phishing está diferente neste ano: o Brasil perdeu a liderança e agora figura em terceiro lugar no ranking, com um aumento de 110%. O México (120%) está na primeira posição e a Colômbia (118%) em segundo lugar.

Phishing

O aumento constante dos números de ataques de phishing é uma das principais razões de comprometimento de contas. A questão é que usuários que clicam em links suspeitos, por muitas vezes, fornecem informações pessoais e logins de acesso e, por isso, as violações de dados têm se tornado comuns e preocupantes, já que as pessoas revelam não apenas uma grande quantidade de informações sobre elas mesmas, mas também informam detalhes do cartão de crédito e conta corrente. Em posse destes dados, violações e acessos não-autorizados são os menores dos problemas, o maior deles serão os danos financeiros, pois a primeira coisa que o cibercriminoso fará será tentar efetuar compras em nome da vítima.

No Brasil, o phishing continuou sendo o golpe mais frequente e capaz de gerar grandes vazamentos de dados, incluindo de fintechs. No Chile, foram vistos ataques contra bancos realizados pelo Grupo Lazarus, conhecido não apenas por suas operações sofisticadas e seus vínculos com a Coreia do Norte, mas também por ataques de espionagem e sabotagem cibernética e com motivação financeira. A Colômbia, por sua vez, tem enfrentado uma onda de trojans bancários Android desenvolvidos por cibercriminosos locais.

No caso do México, o Dark Tequila, campanha de malware bancário complexo que ataca a América Latina desde 2013 e que foi divulgado em agosto deste ano pela equipe da Kaspersky Lab, continua ganhando força. Além disso, golpes contra bancos locais e plataformas de ataques persistentes avançados contra jornalistas via SMS também foram percebidos no País. No caso do Peru, ataques de ransomware contra diferentes bancos locais foram identificados.

Previsões para 2019

De acordo com Roberto Martínez, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab, os ataques financeiros continuarão na região, aumentando em qualidade e escala. “Os ataques às instituições e seus clientes, assim como as ameaças ao ecossistema de criptomoedas, se tornaram uma atividade financeiramente lucrativa e isso é uma razão suficiente para que isso prevaleça”, diz Martínez.

Outras previsões para a região são:

– Campanhas avançadas de engenharia social destinadas a operadores, secretárias e outros funcionários internos. Como a engenharia social é popular na América Latina, os cibercriminosos terão como alvo pessoas específicas em empresas e instituições financeiras para transferir grandes somas de dinheiro para eles. Devido à grande quantidade de vazamentos de dados nos anos anteriores, esse tipo de ataque fica cada vez mais eficaz. Criminosos podem usar informações internas roubadas sobre a organização atacada para fazer com que suas mensagens pareçam absolutamente legítimas. A ideia principal permanece a mesma: fazer com que os alvos acreditem que a solicitação financeira vem de parceiros de negócios ou diretores. Essas técnicas não usam malware, mas se destacam pelos resultados obtidos com o uso de engenharia social – e esta técnica aumentará seu poder em 2019, inclusive ataques como a fraude “SIM Swap”.

– Ataques contra o banco móvel corporativos. Aplicativos móveis para empresas são cada vez mais populares, o que poderá levar aos primeiros ataques contra estes usuários. Existem ferramentas mais do que suficientes para isso e as possíveis perdas sofridas pelas empresas são muito maiores do que as perdas de vítimas individuais. Os vetores de ataque mais prováveis são os ataques no API Web e por meio dos parceiros e fornecedores (supply chain).

– Continuarão os ataques contra a cadeia de suprimentos: como pequenas empresas que fornecem seus serviços a instituições financeiras em todo o mundo. Esta tendência continuará em 2019. Os ataques contra fornecedores de software se mostraram eficazes e permitiram que invasores obtivessem acesso a vários alvos importantes. Os primeiros afetados serão as pequenas empresas (que fornecem serviços financeiros especializados para grandes companhias), como provedores de sistemas de transferência de dinheiro, bancos e casas de câmbio.

Fonte: Computerworld

 

Será desafiador captar talentos humanos para potencializar o uso dos recursos tecnológicos provenientes da Industria 4.0

Aproximadamente 78% dos executivos da área de Recursos Humanos devem alocar menos investimentos do que o necessário na questão humana-profissional. O foco será em recursos. O dado da pesquisa “Novo Mundo, Novo RH”, realizada pela Dom Strategy Partners com colaboração da ProPay S.A, sinaliza os impactos da transformação digital – já profetizado há algum tempo – no RH.

O uso e a implementação das tecnologias disruptivas são rapidamente ligados às melhorias nas demandas diárias da área de talentos. No entanto, os conceitos da Indústria 4.0 evoluem para um novo patamar a cada dia que passa.

Passado este buzz inicial ao redor do tema, o novo olhar do RH para o digital está no humano. Sim, ele, o eterno protagonista de todas as mudanças da era sociedade. O humano demasiado humano. E com a tecnologia não é diferente. Machine Learning, Inteligência Artificial, Cloud Computing e outras modalidades irão, de fato, só acontecer no universo corporativo, em especial na área de RH, com a força motriz da mão de obra humana.

O desafio do RH – arrisco-me a dizer já para 2019 – será captar talentos humanos para potencializar o uso dos recursos tecnológicos provenientes da Industria 4.0. A tangibilidade da Transformação Digital ainda não aconteceu porque faltam profissionais capazes de executar com sabedoria, inteligência e, por que não, como muita transpiração, o plano tecnológico/ disruptivo da companhia.

De que adianta ter Big Data para analisar um determinado desempenho se quem o opera não tem a mínima noção de avaliar a profusão de informações extraída da ferramenta? De nada adianta!

Mesmo na era moderna, a velha máxima “pessoas engajam pessoas”, vociferada no RH desde os tempos analógicos, não foge à regra neste caso. Por isso, ao identificar os primeiros simpatizantes da Transformação Digital dentro da organização, dê a ele poder, dê voz e forneça insumos suficientes para explorar o potencial deste colaborador. Funcionário satisfeito, em geral, propaga a favor da empresa e molda uma nova cultura em rede, mesmo sem perceberem. Em muitos casos, quem porta desta característica tem a capacidade de fomentar aos seus pares que também sigam os novos direcionamentos digitais da organização.

Embora as decisões de tecnologia de uma organização geralmente passem pelo crivo da TI, do CIO ou do CTO, no próximo ano o RH terá um importante papel, ele será o ponto de intersecção capaz de alterar o status quo de alegoria fantasiosa da Transformação Digital para um real aditivo de valor diferenciado nas empresas.

Mudar é difícil, ainda que essencial para a sobrevivência de muitas empresas, marcas e mercados, mas alguém tem que começar. E o start pode ser dado de forma mutua pelo RH e a TI, que juntos, numa sintonia fina, podem mexer com as estruturas culturais da organização toda, trazendo à tona todas as vantagens que residem na relação homem e robô. Que venha 2019!

Fonte: CIO

Autor: Daniel Domeneghetti

 

Assespro Nacional lidera iniciativa que pede criação de autoridade nacional

A Assespro Nacional (Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), entidade que representa as empresas de TI no Brasil, está liderando um manifesto em que faz um apelo ao governo pelo aperfeiçoamento da Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais (LGPD), solicitando, sobretudo a criação de uma Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

A entidade reitera seu apoio aos vetos do Poder Executivo ao texto original principalmente no parágrafo sobre a criação da ANPD, uma vez que vários dos trechos vetados são potencialmente inconstitucionais. Após o veto, o governo chegou a dizer que iria solucionar esta questão por meio de um projeto de lei, em forma de Medida Provisória, porém esta ação ainda não evoluiu.

A entidade ressaltou a importância da criação de uma ANPD, com bases nas funções de uma Agência Reguladora, assessorada por um Conselho Representativo da sociedade organizada.

Ítalo Nogueira, presidente recém-eleito para o biênio 2019-2020 da Assespro Nacional, comenta que, no texto original, foi dada a ANPD o poder de fiscal, polícia, juiz de forma simultânea a regulação, violando o princípio constitucional da divisão de poderes. “O que queremos é um aperfeiçoamento da Agência, que ela tenha sim função de regulação, controle, inspeção e punição, mas que seja uma agência reguladora autônoma e que disponha de um órgão consultivo constituído por representantes credenciados da sociedade civil”, disse.

No manifesto, a entidade ressalta também que a proteção de dados pessoais no país seja claramente identificada como sendo matéria de exclusivo ordenamento jurídico federal, de forma a barrar legislação municipal e estadual, que apenas aumenta o ‘custo Brasil’ sem trazer nenhuma proteção adicional aos cidadãos. “É importante evitar, por exemplo, o surgimento de leis de âmbitos municipais ou estaduais que possam atrapalhar a soberania de normas da Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais”, completou Nogueira.

Fonte: Computerworld

Pode-se dizer que o big data é a essência desse fenômeno da quarta revolução industrial

O fenômeno Indústria 4.0, também conhecido como “4ª Revolução Industrial”, promete trazer cada vez mais para dentro das empresas robôs, sensores e tecnologias baseadas em inteligência artificial, que trabalham de modo integrado e dinamizam a produção de bens e serviços. Esse modelo proporciona não somente maior ganho de produtividade, como também aumento de competitividade, que impacta diretamente no crescimento econômico dos países.

Com o avanço dessa ‘nova’ Indústria, a consultoria McKinsey projeta uma futura demanda por mão-de-obra especializada para desempenhar novas funções na linha de produção, o que deve promover a renovação do mercado de trabalho.

Nesse contexto entra o que considero o maior desafio lançado pelas novas tecnologias: a capacidade de gerenciamento, coleta e análise de um grande volume de dados gerados pelos sistemas autônomos para, a partir disso, extrair informações e propor novas soluções que influenciem a tomada de decisões estratégicas para os negócios.

Apelidado por especialistas de “novo petróleo”, o big data dá início a uma verdadeira corrida, na qual, quem dispor de pessoal habilitado e tiver os instrumentos para decifrar mais precisamente as informações por trás de uma miríada de dados, ficará com o ouro.

É por isso que a qualificação da mão-de-obra se torna imprescindível para lidar com todo o fluxo de informações que pode – e muito provavelmente irá – definir as escolhas que uma companhia fará.

Pode-se dizer que o big data é a essência desse fenômeno. Chegamos até aqui para colher o ouro das informações geradas por meio da interação com as máquinas. Agora temos que nos esforçar para interpretar o que os dados têm a nos dizer. Todo investimento em inteligência de dados é de extrema importância, porquê a revolução 4.0 é justamente essa: nunca estivemos tão perto de saber tanto sobre o que produzimos e sobre o que vendemos.

Não por acaso, de olho no seu impacto econômico em médio e longo prazo, o Governo Federal anunciou, no início deste ano, a abertura de linhas de crédito de mais de R$ 10 bilhões do BNDES, Finep e Banco da Amazônia (BASA), voltadas exclusivamente para estimular investimentos empresariais no setor.

Com dados corretamente decifrados, além de aumentarem as chances de sucesso na produção e nas vendas, teremos a chance de corrigir quaisquer problemas no percurso, na medida em que seremos orientados para decisões mais assertivas em relação a praticamente tudo.

Fonte: Computerworld

Autor: Alexandre Glikas

 

Aparelhos com a nova geração de telefonia móvel começam a chegar ao mercado no primeiro semestre de 2019

Até pouco tempo, o sonho do 5G e todas as suas promessas de mais velocidade e menos latência pareciam um cenário bastante futurista. Mas agora o quadro mudou. A quinta geração da telefonia móvel já está entre nós, revelou Cristiano Amon, presidente da Qualcomm, na abertura da conferência anual da empresa, o Snapdragon Tech Summit, realizado em Maui, no Havaí, reunindo mais de 330 jornalistas de todo o mundo.

“O 5G não é mais sobre o que podemos fazer. É o que entregamos. Vamos entregar 5G na primeira metade de 2019”, contou o executivo, que reforçou os parceiros da empresa como fundamentais na estratégia de levar a tecnologia para o mercado muito em breve.

A promessa de conectar e levar inteligência para bilhões de devices entrou, portanto, em contagem regressiva. “A transição do 5G será diferente da que tivemos com o 4G. Basicamente todos os setores entendem como a tecnologia modificará seus negócios. É por isso que o 5G é uma das transições mais significativas que teremos. 5G será como eletricidade. Será uma infraestrutura básica da sociedade”, revelou.

O que torna essa transição única, revelou, é que o 4G começou a ser desenhado inicialmente pelos Estados Unidos, que liderou as primeiras implementações. Agora, a iniciativa do 5G começa ao mesmo tempo em diversas economias desenvolvidas.

Nos Estados Unidos, a AT&T oferecerá um dispositivo Samsung 5G e já conta com 12 cidades usando a nova geração. No próximo ano, o número saltará para 19. A Verizon anunciou nesta semana que oferecerá um smartphone Samsung compatível com 5G no primeiro semestre de 2019, já que sua rede móvel 5G entrará em operação no próximo ano com a promessa de expandir-se rapidamente. A Verizon está oferecendo um serviço de banda larga residencial fixa sem fio 5G em quatro mercados.

Na China, a China Telecom demonstrou projetos e conduziu testes de 5G em 17 cidades e o serviço comercial será lançado em 2020. Na Coreia, por sua vez, a LG U+ afirmou que o serviço começou em 1º de dezembro e será o motor de crescimento da companhia nos próximos dez anos. No Japão, a NTT DoCoMo iniciou em setembro desde ano um serviço pré-comercial de 5G e em 2020 prepara seu lançamento oficial. Esses são apenas alguns exemplos já em curso da evolução do 5G. E a expectativa é de rápida expansão da tecnologia. “5G é tão importante que toda a indústria está se movendo no mesmo passo”, reforçou Amon.

O que está por trás da estratégia de 5G da Qualcomm

Amon revelou que tornar o 5G realidade é algo bastante desafiador, já que é preciso levar em conta uma série de elementos, como duração de bateria, múltiplas antenas, combinação de bandas e performance de temperatura. E isso não só em smartphones, mas em carros autônomos e outros dispositivos conectados, que usarão todo o poder da rede 5G para performar.

Alex Katouzian, vice-presidente sênior e gerente-geral de comunicações móveis da Qualcomm Technologies, revelou que o que estará por trás desse novo mundo pautado por 5G será o Snapdragon 855, a primeira plataforma móvel comercial do mundo que suporta multi-gigabit 5G, inteligência artificial (AI) e realidade imersiva, dando o ponta pé na era de dispositivos móveis revolucionários.

Segundo ele, o Snapdragon 855 oferece experiências de IA altamente intuitivas no dispositivo impulsionadas pelo Qualcomm AI Engine multinúcleo de quarta geração, com até três vezes o desempenho de AI em comparação com a plataforma móvel da geração anterior. A primeira geração de dispositivos com a plataforma que chegará ao mercado no primeiro semestre de 2019 será feita em parceira com a Samsung. No início desta semana, a fabricante informou que lançará telefones 5G com a Verizon e a AT&T, e durante o Snapdragon Tech Summit, o vice-presidente sênior da Samsung, Justin Denison, disse que o aparelho, que não teve seu nome revelado, poderá fazer, por exemplo, uma chamada de vídeo e contar com “vídeo nítido” e áudio “sem falhas”.De acordo com o executivo, também será possível baixar um ano de programas de TV para assistir em um voo antes de embarcar. Basta saber como as operadoras adaptarão seus planos para não fazer com que essa ação consuma todo o plano mensal em segundos.

A Motorola também ingressará com força nesse mercado. Durante o Snapdragon Tech Summit, a empresa demonstrou o Moto Snap (capa para celular) que adiciona conectividade 5G ao aparelho da Motorola. A expectativa é de que o aparato chegue ao mercado ainda no primeiro semestre de 2019.

Fonte: Computerworld

Autora: Déborah Oliveira

 

 

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ASUG NEWS – Boletim Informativo 2 – Ano 1
ASUG NEWS – Boletim Informativo 1 – Ano 1

ASUG NEWS 88 – Ano 20

12/05/2018

Editorial

A era da transformação digital já chegou. O futuro que nos trazia dúvidas, incertezas e desafios, com tantas inovações previstas, tornou-se o nosso presente. Como lidar com este universo de novas possibilidades? Neste momento, em que se abre um leque de escolhas no mundo da Tecnologia da Informação, com Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Cloud, entre outros recursos, a ASUG Brasil trabalha para se fazer cada vez mais presente na vida de seus associados e do ecossistema SAP.

A entidade está se reformulando para atender às novas demandas e buscar soluções nesta fase de grandes mudanças. Essa disposição se traduz, entre outras ações, no lançamento do novo Portal ASUG Brasil. Em pesquisa realizada neste ano, cerca de 40% dos participantes manifestaram a necessidade de aprimorar a nossa plataforma. Esta nova diretoria (2018-2020) não apenas acolheu essa sugestão, como a colocou em prática. Com muita satisfação, lançamos um portal totalmente reformulado, que vai revolucionar a experiência do usuário, tornando-a mais interativa e colaborativa. Além disso, será possível acompanhar suas atualizações em tempo real, de qualquer dispositivo, a qualquer hora e lugar.

Esse novo portal é mais uma estratégia para reforçar um dos pilares estruturantes da nossa associação: a Educação. Nesta edição da ASUG News, mostramos o dinamismo dessa área, com as ações dos Special Interest Groups (SIGs), que são o espaço em que  nossos associados mantêm contato direto com representantes da SAP em suas áreas específicas de atuação e, também,  têm a oportunidade de trocar experiências e compartilhar boas práticas.

Como entidade representativa dos usuários SAP, a ASUG Brasil tem se consolidado a cada dia como uma sólida ponte entre os clientes e a empresa alemã, endereçando as demandas da comunidade de forma direta e transparente. Estamos colhendo os frutos dessa parceria e do nosso empenho e dedicação. Uma pesquisa realizada em julho de 2018 revelou um nível de credibilidade de 88% da associação, o que nos motiva a seguirmos firmes no propósito de gerar valor aos nossos associados.

É com grande satisfação que realizamos mais uma edição da tradicional Conferência Anual, tendo a possibilidade de compartilhar experiências e desafios nas diversas atividades oferecidas, seja na reunião do Comitê Estratégico, ou nas inúmeras palestras. Agradeço a confiança de nossos associados ao longo dessa jornada e convido as empresas que ainda não estão associadas que se unam a esse grupo que não mede esforços para fortalecer e impulsionar as nossas empresas e o desenvolvimento do Brasil.

Boa leitura!

Momento é de oportunidade para repensarmos o trabalho em um nível fundamental

De tempos em tempos, o mundo da tecnologia apresenta um conceito que acabará por resultar em uma das duas coisas: cair por terra, resultando em milhões (senão bilhões) de reais perdidos para os investidores que acreditaram na nova tecnologia; ou, alternadamente, ganhar tração suficiente e adoção generalizada para impulsionar o mercado para uma nova era.

A inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) é uma grande promessa para a comunidade empresarial. Seu avanço, juntamente com outras inovações críticas como os conceitos de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e Big Data, está transformando a forma como trabalhamos e vivemos. Seu potencial real para os negócios reside na sua capacidade de desbloquear insights extraídos de grandes volumes de dados para influenciar a tomada de decisão mais informada ou mesmo assumir a execução de tarefas de forma mais eficiente. Esse potencial é tão significativo que a Forrester prevê que o investimento em AI aumentará em 300% somente este ano. De fato, a PwC estima que os ganhos de produtividade impulsionados pela AI adicionarão US $ 15,7 trilhões à economia global até 2030.

No entanto, a AI é frequentemente mal compreendida e até difamada. As teorias populares promovem a ideia de que isso tirará empregos dos humanos; que é um fenômeno futurístico sem relevância comercial atual; e que é quase exclusivamente manifestado na forma de robôs. Essas preocupações e confusões não poderiam estar mais erradas. Para começar, a AI é facilmente confundida com automação. Qualquer pessoa interessada em tecnologia futura precisa melhorar sua compreensão sobre AI e automação. Um bom lugar para começar é aprender a distinguir entre os dois.

Automação é o uso de software e até mesmo hardware para automatizar tarefas rotineiras. AI, por outro lado, é a capacidade das máquinas de replicar comportamentos humanos e padrões de pensamento, tornando os processos mais inteligentes. É importante perceber que, embora uma máquina artificialmente inteligente possa aprender e adaptar suas operações à medida que recebe novas informações, ela não pode substituir completamente os seres humanos. Em vez disso, ele age como um ativo, não como uma ameaça.

Alexa, Cortana, Watson chegaram para nos oferecer um mundo de última geração anteriormente imaginado apenas nas telas de cinema. AI está experimentando atualmente uma grande exposição pública, com opiniões que dividem a audiência, especialmente quando refletimos sobre o impacto na maneira como trabalhamos.

Então, o que é verdade e o que não é, quando falamos de inteligência artificial? Juntamente com a popularidade, vêm os seus equívocos típicos. Não se preocupe, AI não vai nos salvar, assim como não vai nos erradicar também. Aqui estão alguns equívocos comuns sobre inteligência artificial que podemos esclarecer:

AI é um novo conceito

AI está ganhando uma atenção enorme ultimamente, os grandes players e gigantes da tecnologia entraram definitivamente na corrida para oferecer ferramentas, serviços e soluções baseados em inteligência artificial. No entanto, se analisarmos uma pesquisa produzida pelo Google Trends sobre os termos AI, Donald Trump e Kim Kardashian, os dados mostram que a AI se manteve estável desde 2004 como um dos termos mais pesquisados. A ideia em si cativa o público há muito tempo, e agora AI tornou-se o centro dos roadmaps de novos produtos tecnológicos que serão desenvolvidos no futuro próximo.

AI tem uma consciência

Um dos maiores equívocos sobre a inteligência artificial é que ela pode inicialmente pensar por si mesma, que ela tem algum tipo de consciência. Pelo contrário, neste futuro previsível, os humanos controlam as entradas e definem as especificações. Assim, o mundo não corre o risco de ser ultrapassado por robôs que de alguma forma se projetaram para a existência.

AI não pode ser mais inteligente do que as pessoas que a fizeram

Isso pode parecer contra-intuitivo ao ponto anterior. Embora a inteligência artificial não tenha consciência e não possa “se transformar” em si, isso não significa que ela não possa ser mais esperta do que humanos em certas circunstâncias. Em 1997, Garry Kasparov, o mestre de xadrez foi derrotado pelo Deep Blue da IBM, esse foi o primeiro exemplo de um computador batendo um campeão mundial de xadrez, e desde então as máquinas só ficaram mais rápidas e mais inteligentes.

Na verdade, Matthew Lai, um cientista da computação da University London College, publicou recentemente sua tese de mestrado em que um sistema de aprendizado de máquina chamado Giraffe aprendeu a jogar “no nível Master internacional de xadrez” em apenas 72 horas.

Realisticamente, é apenas uma questão de tempo até que sistemas como o Giraffe vão além do xadrez e sejam aplicados a outros problemas complexos que exigem o pensamento estratégico humano.

AI tirará nossos empregos

Este é provavelmente o maior grito de batalha dos luditas em todo o mundo. AI mudou nossas vidas e nossos empregos? Claro. Será que continuará a pressionar a humanidade ao ponto de ficarmos desconfortáveis, na medida que tentamos mudar a natureza do trabalho e reeducar o mercado para adquirir habilidades relevantes? Definitivamente.

No entanto, uma pesquisa do Centro de Pesquisas Pew de 2014 resultou em uma opinião relativamente dividida sobre se a AI era um criador ou um destruidor de empregos. A maioria dos participantes desta pesquisa citou “a falta de educação relevante para desenvolvimento das habilidades profissionais necessárias” como culpado. Em essência, não é a AI que pode destruir os empregos, mas sim a nossa incapacidade de re-imaginar o sistema de ensino, a fim de equipar adequadamente nossos jovens e futuros candidatos a emprego.

Máquinas artificialmente inteligentes substituirão os humanos em algumas áreas de trabalho, mas certamente não todas. AI ganhará destaque em funções que envolvam muito trabalho repetitivo, como relatórios, gerenciamento de agendas e entrada de dados. No entanto, setores como recrutamento, saúde e consultoria, por exemplo, sempre precisarão de um toque pessoal. AI não substitui a necessidade de mantermos relacionamentos com nossos clientes.

Essas relações são construídas em sentimentos essencialmente humanos de empatia, confiança e compreensão, que não podem ser replicados pela inteligência artificial. O que a AI pode fazer, e faz muito bem, é ajudar os profissionais com insights para oferecer um serviço personalizado, mais eficiente e de qualidade superior.

A inovação sempre transformará o local de trabalho, criando novos papéis no processo. Como a AI eliminará alguns empregos, criará outros para guiar a tecnologia com conhecimento humano. Sem dúvida, veremos um aumento nas vagas de emprego que lidam especificamente com o gerenciamento de tecnologias de inteligência artificial, incluindo engenheiros de software, analistas, pesquisadores e gerentes de projeto. Não importa quão inteligentes as máquinas se tornem, as Organizações ainda contarão com a inteligência humana para aproveitar o poder da AI para atingir seus resultados.

AI será adotado no curto prazo

Aqueles que preferem evolução lenta e iterativa versus adoção rápida ficarão felizes em saber que a adoção de uma nova tecnologia, em larga escala, leva algum tempo. Pense no telefone fixo (quase 40 anos) versus o smartphone (menos de uma década). AI não será totalmente adotada no curto prazo – penso que ainda teremos entre cinco e dez anos distantes da penetração massiva da inteligência artificial no mercado, apesar de já estar em nosso radar há mais de dez anos. Na verdade, de acordo com o Gartner Hype Cycle para a tecnologia emergente, AI está atualmente no “pico das expectativas inflacionadas”. O que significa dizer que ninguém sabe exatamente como tudo vai sair.

Não importa o seu ponto de vista, a IA certamente está aqui para ficar, e certamente podemos ser gratos pelos avanços na tecnologia e pela oportunidade que a inovação oferece. Devemos pensar em como podemos usar essa tecnologia como um catalisador para nos ajudar a redefinir o trabalho de maneira a restaurar nossa humanidade, e fazermos as perguntas fundamentais: Qual é o trabalho que nós, seres humanos, estamos singularmente posicionados e qualificados para executar? Como poderíamos desenvolver isso ao longo do tempo? O que quero dizer com isso é que as novas formas de trabalho que surgirão requerem curiosidade, criatividade, imaginação, inteligência emocional, inteligência social, trabalho que nós seres humanos somos realmente qualificados para executar.

Então eu vejo esse momento como uma oportunidade para repensarmos o trabalho em um nível fundamental, e realmente nutrir e expandir esse tipo de trabalho para que cada vez um número maior de novos profissionais possam aproveitar das novas oportunidades que serão proporcionadas pela tecnologia.

Fonte: Computerworld

Autor: Carlos Mattos

Se você está considerando uma opção baseada na nuvem para o seu negócio, tire um tempo para perguntar ao seu provedor essas questões

Mudar para uma solução baseada em nuvem significa desistir do controle sobre seu ambiente para obter flexibilidade e escalabilidade. No mundo de hoje, onde as ameaças cibernéticas se espalham, liberar esse controle pode ser uma escolha difícil. Afinal, a estabilidade e o crescimento da sua empresa dependem dos dados que você entrega, portanto, deve haver alguma preocupação sobre como esses dados serão tratados pelo provedor de serviços.

Se você estiver considerando uma opção baseada em nuvem para sua empresa, reserve um tempo para fazer ao seu provedor as seguintes perguntas:

  1. Você já passou por alguma violação de segurança anteriormente? O que aconteceu e o que foi feito para lidar com o potencial do incidente se repetir? Como o seu gerenciamento de incidentes de segurança é organizado?
  2. Quais certificações padrão do setor você mantém? Como e quando você é auditado para conformidade?
  3. Como os dados em trânsito são criptografados? Como os dados armazenados são criptografados? Quem detém as chaves de criptografia?
  4. Quais procedimentos de backup estão em vigor? Os backups são criptografados?
  5. Onde o data center está localizado? Quais procedimentos estão em vigor para a segurança física do data center? Controle de acesso? Proteção contra fogo? Proteção contra falha de energia?
  6. Quais requisitos de autenticação foram implementados?
  7. Os registros são mantidos? Quem tem acesso a estes?
  8. Quais processos de gerenciamento de patches você possui?
  9. Como a segmentação de dados é garantida?
  10. Quais são seus procedimentos de monitoramento? Qual é o processo de mitigação e notificações se os ataques forem identificados?
  11. Todos os componentes do serviço são fornecidos por terceiros? Em caso afirmativo, quais esforços de proteção de dados eles têm em vigor?
  12. O que acontece com nossos dados após o término do contrato?

Crie uma cultura de questionamento

Não há uma resposta correta para todas as perguntas acima. Por exemplo, como temos uma solução de help desk baseada em nuvem, sabemos que nossos clientes exigem o mais alto nível de segurança possível. Eles usam nosso sistema para rastrear e registrar todos os aspectos de suas relações com o usuário final, desde informações do contrato até o catálogo de serviços, por isso, temos práticas rigorosas em vigor. Em contraste, usamos serviços de terceiros para armazenar fotos de nossos funcionários para uso em materiais de marketing. Embora certamente não desejemos que nada aconteça com esses dados, o risco para o nosso negócio se isso fosse hackeado é muito menor. Então, para você, o importante é entender o nível de segurança necessário em cada situação e compará-lo com as respostas acima, para que você possa avaliar claramente se as práticas de segurança do fornecedor oferecem o nível de proteção necessário.

“Para você, o objetivo é entender o nível de segurança necessário em cada situação e compará-lo com as respostas acima, para que você possa avaliar claramente se as práticas de segurança do fornecedor oferecem o nível de proteção necessário.”

Além disso, é importante discutir essas ideias com outras unidades de negócios para que elas saibam o quanto é importante ser cauteloso – e o que significa ser cauteloso – ao trabalhar com provedores de serviços baseados em nuvem. Afinal, é muito fácil clicar em alguns botões e se inscrever em um novo serviço, mas será que suas equipes de RH, marketing ou vendas realmente entendem o risco de estarem contratando esse serviço quando o fazem? Reserve um tempo para revisar essa lista com eles e implemente um processo para garantir que a equipe de TI faça parte do processo de tomada de decisões ao assinar novos serviços baseados em nuvem.

Há, é claro, benefícios em potencial ao usar soluções baseadas em nuvem também. Coisas como monitoramento 24 horas ou guardas físicos de segurança 24 horas para o seu data center podem ter um custo proibitivo para o seu negócio. Assim, as soluções baseadas na nuvem também podem ter vantagens de segurança: é apenas uma questão de descobrir o que o fornecedor oferece antes de se comprometer com um novo provedor de serviços, portanto, use essas perguntas para orientá-lo durante o processo de tomada de decisões.

Fonte: Computerword

Autor: Jens Bothe

 

 

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